Follow @AlanGallo Follow @AlanGallo Follow @AlanGallo Follow @AlanGallo Tweet O MUNDO REVIRADO: junho 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

7 meios de transporte incríveis usados pelos animais – Superlistas


Os humanos não são os únicos seres a inventar maneiras para se locomoverem melhor, mais rápido ou com mais segurança. Através da evolução, diversos animais aprenderam a utilizar o meio que os rodeia (e até seus próprios fluidos corporais) para melhorar suas chances de sobreviver neste mundo. Confira abaixo uma lista com os veículos mais bizarros, eficientes e/ou incríveis que a natureza já nos apresentou! É de dar inveja a qualquer trem-bala.Livia Aguiar 22 de junho de 2011
Aracno-para-quedas

Se você tem medo de aranhas, é melhor não ler este item da lista: com a ajuda de “para-quedas” feitos com suas teias, algumas espécies podem voar por milhares de metros – inclusive entre ilhas no Oceano Pacífico!
Aranhas pequenas lançam seus fios na direção de uma corrente de ar e planam por dezenas (às vezes milhares) de metros para fugir de algum perigo ou sair em busca de parceiros e novos territórios. Da próxima vez que estiver de férias no Havaí ou em um cruzeiro pelo pacífico, olhe para o alto. Você não quer ser surpreendido por um monstro de oito patas pousando em sua cabeça.
Pogobol para lagartas

Lagartas de uma mariposa que é praga no deserto do México utilizam as cascas de semente do arbusto chamado de Yerba de la Flecha (Sebastiana pavoniana, ou Erva da Flecha) para saltar por aí. Ela cresce dentro da vagem da planta, se alimenta da semente do arbusto e a casca a protege das intempéries do ambiente.
Mas para quê sair pulando? Como ela aparece no verão, no deserto escaldante, cientistas especulam que a larva gasta energia na pulação para fazer seu “carro” ir a um local que seja fresco e seguro para ela se desenvolver e se metamorfosear em mariposa. Elas podem saltar por até um ano até achar o local ideal!
Vendidas por camelôs na fronteira dos EUA com o México, esse estranho veículo é chamado comercialmente de “feijão saltitante do México” e vendido aos montes para crianças estadunidenses iludidas pelo “feijão” que se mexe sozinho. Eventualmente, a lagarta vira mariposa, quebra a casca e se espalha como praga pela região onde está.
Submarino de meleca de larva
A Larvacea é uma classe de pequenos animais marinhos que se alimentam de plâncton. Eles não têm nem coluna vertebral, mas conseguem construir um submarino com sua própria meleca. Isso mesmo, eles secretam um muco e, a partir dele, constroem uma proteção para seu pequeno e frágil corpo que ainda os ajuda a nadar e a capturar comida. O submarino deixa a cauda da Larvacea de fora, de forma que ela fica parecendo um espermatozóide gigante enquanto nada.
A única parte ruim é que essa proteção grudenta rapidamente se enche de sujeira e é preciso construir uma nova a cada 4 horas.
Dê uma olhada no submarino em ação:
Carruagem de carcaça

O Phronima sedentaria é um crustáceo transparente que parece o Alien (do filme mesmo) e que vive nas profundezas do oceano Atlântico. Além de bizarramente feio, ele também é um gênio do mal. Suas fêmeas, quando os filhotes estão para nascer, caçam um bicho gelatinoso chamado salpa e vão comendo-o vivo de dentro pra fora, deixando apenas a parte gelatinosa e protetora. Assim, a Phronima fica protegida com seus filhotes crescendo fortes e saudáveis. E não para por aí: com a carcaça como disfarce, a fêmea sai nadando em busca de alimento para a cria e, SHAZAM!, captura animais que achavam que o que se aproximava era uma salpa inofensiva.
Abaixo, um vídeo de alguém que encontrou uma Phronima perdida na praia. Nas fotos ela parece grande, né? Mas nem precisa ficar com medo dela na vida real.
Navio de Balões
O caramujo marinho roxo (Janthina janthina) cresce sendo um caramujinho marinho como qualquer outro. Mas, quando se torna adulto, ele vira de cabeça para baixo e começa a capturar bolhas de ar com uma rede de polímero derivado da glucose que ele mesmo produz. O janthina perde sua capacidade de nadar e passa a boiar pelo mar, ao sabor das correntes marítmas.
Qual é a vantagem evolutiva disso? O caramujo roxo se alimenta de “caravelas portuguesas”, uma espécie de cnidário que se parece com uma água-viva e que também flutua sem rumo pelas mesmas águas que o caramujo. Então, ao invés de gastar energia mergulhando e boiando de volta para encontrar caravelas suculentas, ele simplesmente navega por aí até encontrar uma.
Asa-delta de esporos de fungos

Vermes da família Dictyocaulus que vivem no intestino de animais herbívoros têm uma dificuldade: para se reproduzirem, eles precisam sair do animal que estão parasitando e entrar de novo. Ou seja: teoricamente, uma vaca teria que comer o próprio cocô. Por mais pastel que a vaca pareça, ela não faz isso (ainda bem), por isso o verme teve que descobrir uma forma alternativa de procriação. É aí que entra o salto de asa-delta.
O fungo pilobolus também vive dentro do intestino dos herbívoros, mas quando ele é expelido, ele germina no excremento e cria esporos, que viajam com o vento para o matinho mais próximo – que, com sorte, será comido pelo herbívoro-alvo mais tarde. O que o verme faz é se embrenhar no fungo quando ele ainda está no intestino do animal e sair com ele. Quando o fungo der esporos, o verme gruda neles e viaja junto para o matinho. E continua o ciclo da vida… #ReiLeãoFeelings
Jangada de formiga-lava-pés
Sabe aquela espécie de formiga vermelhinha pequenininha cuja picada dói DEMAIS? Ela consegue construir jangadas, de forma a sobreviver a inundações. Isso mesmo! Elas não morrem nem se você jogar toda a água do rio Amazonas em cima de um formigueiro dessas pestinhas.
A jangada funciona assim: as formigas operárias “dão as mãos” formando um grande colchão, enquanto a rainha e os ovos sobem em cima delas e se mantém secas. As formigas de baixo não morrem afogadas porque elas mantém bolhas de ar presas em suas patinhas peludas. Sério.
Além de eficiente, a jangada também é inafundável! Confira o vídeo abaixo:

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Como sobreviver se o paraquedas não abrir - Superinteressante

Como sobreviver se o paraquedas não abrir

As chances de sobreviver em uma situação dessas são ridículas. Mas veja o que você poderia tentar fazer.

por Stefan Gan

Fonte: Fernando Cunha (diretor da Confederação Brasileira de ParaQuedismo) - que garante que em um salto em grupo é impossível sobreviver - e Joe Jennings (skydiver e cinegrafista).

Como achar qualquer coisa no Google - Superinteressante

Como achar qualquer coisa no Google

A Internet tem as respostas para todas as perguntas, mas você precisa saber encontrá-las. Aprenda com o nosso curso intensivo de uma página!*

por Rafael Tonon

* Para que os comandos funcionem, defina o português como idioma na página inicial do Google.

Os cursos mais bizarros que existem

Tem aula para ensinar como assistir à TV ou como explorar a história dos zumbis

por Redação Galileu
A faculdade é um momento importante na vida de qualquer jovem. É o primeiro passo da carreira profissional, que vai ser seguida por toda a vida. Mas existem cursos que parecem ir contra esse princípio. A lista abaixo, criada pelo site Huffington Post, mostra algumas disciplinas de graduação bem bizarras, ministradas nos Estados Unidos.

Maple Syrup: a realidade
O curso da Universidade Alfred, em Nova York, tem como objetivo explorar a história e os métodos de extração e produção do Maple Syrup. O xarope, extraído de uma árvore conhecida no Brasil como bordo, é uma espécie de calda doce com cor de caramelo. Na América do Norte, é muito usado em panquecas e waffles.

Editora Globo


História das Técnicas de Costura para Uso Prático
O Hampshire College, em Massachusetts, oferece um curso de quatro horas de duração que tem como objetivo ensinar a seus alunos técnicas e truques de costuras antigos, ou seja, a ideia é deixar você costurando igualzinho sua tataravó.

>> No Dia do Orgulho Nerd, PC Siqueira lista 10 filmes geeks
>> Confira 10 mitos que você aprendeu sobre o corpo humano

Como Assistir Televisão
Sim, existe um curso para isso, e fica na Universidade Estadual de Montclair, em Nova Jersey. A ideia, na verdade, é ensinar os alunos a avaliar criticamente o papel e o impacto da televisão em suas vidas. Mas o nome da disciplina é intrigante.

Línguas Inventadas: Klingon e outras
Editora Globo
A disciplina, que faz parte do Departamento de Lingüística daUniversidade do Texas, em Austin, procura investigar a possibilidade de se falar línguas inventadas, como as baseadas inteiramente em escalas musicais ou até mesmo a fictícia Klingon, criada na saga de filmes e série de TV Star Trek.

Olhando para os Animais
No Evergreen State College, em Washington, você pode aprender como ver, entender e representar os animais. Além disso, você pode descobrir o que essas representações e as relações com os bichinhos dizem sobre nós mesmos.




As Maravilhas do Lixo
Tudo sobre o lixo: é a ideia do curso da Universidade Santa Clara, na Califórnia. Nele, os alunos aprendem o que acontece com aquilo que não queremos mais, percorrendo todo o caminho do lixo depois que é jogado fora.

Zumbis na Mídia Popular
A disciplina do Columbia College, em Chicago, explora a história, o significado e a representação dos zumbis em obras de horror e fantasia, tanto da literatura como do cinema. Esta, além de bizarra, parece bem interessante.
Editora Globo

terça-feira, 21 de junho de 2011

25 atletas disputam maratona em frio que chega a 37 graus negativos - Superinteressante

A Maratona do Polo Norte acontece no dia 25 de abril

por Luiza Clark

Uma corrida contra o relógio, os limites do corpo e um frio que chega a -37°C. No dia 7 de abril, 25 atletas de todo o mundo disputam a Maratona doPolo Norte. Quem os colocou nessa fria (com o perdão do trocadilho)? O irlandês Richard Donovan, o primeiro a completar a prova.

De onde veio a ideia da maratona?
Decidi correr este percurso sozinho depois de ter vencido uma maratona no Polo Sul, em 2002, com uma temperatura de -50°C. O americano que ficou em segundo não gostou de perder. Ouvi que ele planejava ser o primeiro a correr uma maratona no Polo Norte, e resolvi fazer o mesmo.Cumpri a meta antes dele.

Qual a diferença da prova para maratonas de rua?
Não há espectadores. Os atletas estão sozinhos numa imensidão de gelo. Lidam só com seus pensamentos, é uma experiência em que se pensa muito na vida. Também há o grande desafio do terreno. É difícil correr no gelo, fica escorregadio. Os atletas têm de ir mais devagar do que em uma maratonacomum.

Qual o maior desafio para o corpo?
A temperatura. É até engraçado, mas alguns atletas sentem calor durante a prova, porque correm e suam. Só que às vezes o gelo acumula dentro dos casacos. E os atletas não podem parar durante a prova - do contrário, correm risco de hipotermia, se a temperatura estiver em -25°C, por exemplo.

Como os atletas se preparam para correr nesse frio?
O treinamento, em si, é igual ao feito para qualquer outra maratona: correr muitos e muitos quilômetros. O ideal é que o treino comece 5 ou 6 meses antes da prova. No dia da maratona, eles usam três camadas de roupas leves: uma para tirar o suor do corpo, uma camada de lã e outra de um tecido que protege do vento. Também é muito importante manter as extremidades quentes. Tudo deve ser coberto. [Os atletas usam uma máscara que cobre toda a cabeça, óculos escuros, luvas e, às vezes, sapatos em forma de raquete, que facilitam o deslocamento na neve.

Como é a organização da prova?
A logística começa com uma empresa russa desembarcando um trator e uma equipe para preparar o gelo em cima do oceano Ártico. Essa equipe define uma pista de pouso e a testa antes de o avião com os maratonistas chegar [os atletas vão até lá em um avião que parte da Noruega]. Geralmente a corridatem 10 voltas ao redor do acampamento. Essa não é uma corrida de sobrevivência, sou cuidadoso ao delimitar o percurso. Nunca houve nenhum acidente grave.

Onde os atletas dormem?

Em barracas. O acampamento é montado só para a época em que a corridaacontece, em abril, quando é primavera e o gelo está forte o suficiente para que aviões pousem ali. A estadia, assim como alguns traslados, está inclusa na taxa de inscrição, de € 12 mil.

Precisa ser profissional para competir?

Não. Os atletas são pessoas com espírito aventureiro aguçado, que querem simplesmente fazer algo diferente para testar seus limites. A maioria é profissional liberal, que trabalha para si. A cada ano há diferentes competidores de vários lugares do mundo, e a maioria deles não tem experiência com temperaturas extremamente baixas. Para muitos é a primeiramaratona da vida.