Nas viradas e reviradas do mundo, sigo caminhando e cantando, mesmo sem saber onde estou indo sei que estou no meu caminho, vivendo por prazer. Divido este espaço com assuntos do meu interesse sobre: música, viagens, esportes, curiosidades, carreira profissional, experiências de vida, família, enfim, um pouco de tudo que gosto. BOA VIAGEM!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
216 METROS !!! ESTA NA ÁFRICA O MAIOR BUNGEE JUMP DO MUNDO
O Guinness (livro dos recordes mundiais) informa que o maior salto comercial de bungee jump é feito da Bloukrans River Bridge, uma ponte a 40km ao leste de Plettenberg Bay, na África do Sul. O salto é dado de uma plataforma sob a ponte e a altura de lá até o chão do vale é de 216m (709 pés). Há outro bungee comercial operante que alega ser um pouco mais alto com 220m (722 pés). Este último fica perto de Locarno, na Suíça, e pula-se do topo da barreira de uma hidrelétrica. O salto apareceu rapidamente na abertura de um dos filmes de James Bond. Em Dezembro de 2006, a AJ Hackett, empresa de esportes radicais, colocou um ponto de bungee jumping na Macau Tower, China, inaugurando assim o salto mais alto com 233m (764 pés). No entanto, este último não é considerado bungee jumping, já que é uma espécie de descida desacelerada.
O Guinness só registra saltos de plataformas fixas para garantir a precisão das medidas. John Kockleman, no entanto, entrou para o livro após um salto de 2200 pés de um balão na Califórnia, em 1989. Em 1991, Andrew Salisbury saltou 9000 pés de um helicóptero em Cancún para um programa de televisão, patrocinado pela Reebok. A corda atingiu uma tensão máxima de 3157 pés. Ele pousou a salvo de pára-quedas após o salto.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O INÍCIO, O FIM E O MEIO ! - O TRAILER DO FILME DO RAULZITO
A vida do polêmico roqueiro baiano Raul Seixas (foto) vai virar filme dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel. As imagens do documentário Raul Seixas, o início, o fim e o meio começaram a ser captadas anteontem (domingo, 26), em Salvador. A estréia, segundo o produtor executivo do longa, Denis Feijão, será no final de 2009, já que neste ano se completam 20 anos da morte do cantor.
Denis estaria amadurecendo a idéia de fazer um filme sobre Raul há cinco anos, conforme comentou Walter Carvalho, que tem sido considerado um dos maiores diretores de fotografia, se não o maior, do cinema brasileiro na atualidade. Em maio, Walter lança seu segundo trabalho de ficção, Budapeste, adaptação de um livro de Chico Buarque. Ele também dirigiu Cazuza – O Tempo Não Pára junto com Sandra Werneck.
Além de Salvador, Raul Seixas, o início, o fim e o meio terá filmagens em São Paulo, no Rio de Janeiro e até no exterior (provavelmente na Suíça, onde deve ser entrevistado o amigo também espírita de Raul, Paulo Coelho). O filme trará, dentre outros, o depoimento das ex-esposas de Raul, casado por três vezes, no intuito de humanizar o mito, conforme afirmou o diretor Mocarzel. 54 pessoas estão pré-selecionadas para as entrevistas. O problema do roqueiro com o alcoolismo também pode ser abordado.
Raulseixistas aguardem o lançamento previsto para 2010 e VIVA SYLVIO PASSOS!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Jogos Mundiais de Master, na Austrália, têm atletas de até 100 anos

Nesse ano a competição reúne 28,292 atletas de 95 países diferentes, competindo em 28 modalidades, sendo 15 modalidades obrigatórias em todos os jogos, e mais 13 que podem variar de jogos pra jogos.
É a terceira edição dos jogos, que já reuniu atletas de diversas idades e modalidades em 2002 (Melbourne, Australia) e 2005 (Edmonton, Canada).
Mais informações sobre os jogos em: http://www.2009worldmasters.com/
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
IMPERDÍVEL !!! AC/DC NO BRASIL EM NOVEMBRO

Sem se apresentar no país desde 1996, Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) subirão num imponente palco de 78m de comprimento e 21m de profundidade e dividirão a cena com uma locomotiva real de seis toneladas que se movimenta durante a apresentação. No total, serão necessárias 55 carretas para transportar toda a estrutura do espetáculo, com sistema de som e luz jamais vistos no país. O público estimado é de 65 mil pessoas. A estrutura é maior, por exemplo, que a de outros megashows, como da cantora Madonna, realizado no ano passado no país. A primeira visita do AC/DC ao Brasil ocorreu no primeiro Rock in Rio, em 1985. A turnê do álbum “Ballbreaker” trouxe o grupo de volta ao país onze anos mais tarde.
“Black Ice World Tour”, que estreou em 28 de outubro de 2008, é o show de maior sucesso da atualidade e teve seus ingressos totalmente esgotados nos EUA, Noruega, Suécia, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, Itália, Hungria, Espanha, Inglaterra, Portugal e Austrália. No total, o novo espetáculo do AC/DC já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo.
O repertório da turnê terá como base o álbum “Black Ice” (Sony BMG), primeiro álbum de músicas inéditas em oito anos do AC/DC e o sucessor de “Stiff Upper Lip” (2000) — o 15° disco do grupo que atingiu 43 milhões de cópias e foi o 5° álbum mais vendido dos EUA. Além das músicas inéditas, o grupo promete os grandes sucessos que marcaram seus 36 anos de carreira.
BLACK ICE WORLD TOUR EM NÚMEROS
- O jejum de apresentações do AC/DC durou 5 anos e foi quebrado em 26 de outubro de 2008
- Black Ice World Tour já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo
- O palco possui 78m de comprimento e 21m de profundidade
- Uma locomotiva de seis toneladas e que se movimenta faz parte da cenografia
- Serão utilizadas 55 carretas para transportar toda a estrutura do show
- O público estimado para a apresentação no Brasil é de 65 mil pessoas
- A turnê ganhou o prêmio de maior turnê do ano na 20th Annual Pollstar Concert Industry Awards, evento organizado pela principal publicação mundial do mercado de shows
- Black Ice foi o primeiro trabalho inédito do AC/DC em oito anos
- O álbum entrou para a história ao ocupar o primeiro lugar nas paradas, logo após seu lançamento, em 29 países
- Black Ice vendeu 43 milhões e recebeu disco de Ouro no Brasil, Polônia e Holanda. O trabalho também recebeu disco Multi Platinum em 18 países e disco de platina em outros cinco.
- A venda de 12 milhões de cópias em 2008 transformou o AC/DC no artista de maior vendagem em 2008, ultrapassando os Bealtles. Black Ice foi responsável por 6,5 milhões de cópias e os demais trabalhos por 5,5 milhões.
Com mais de três décadas de vida, o AC/DC não reduziu seu ritmo. A banda, como a própria eletricidade, provê o mundo com uma fonte essencial de poder e energia. Desde sua formação em 1973, o rock’n’roll do AC/DC fluiu pelo mundo por meio de turnês esgotadas e um total de mais de 200 milhões de álbuns vendidos e que continuam vendendo.
Figurando em primeiro lugar de vendas no mundo do entretenimento global, o AC/DC vendeu aproximadamente 71 milhões de álbuns só nos EUA, fazendo da banda uma das “top five” em vendagem na história da música norte-americana. Um dos trabalhos mais reconhecidos do AC/DC, o sucesso “Back in Black”, ganhou o “Double Diamond” da RIAA (Recording Industry Association of America), com a marca de 22 milhões de cópias vendidas nos EUA. A marca transformou o álbum no 5º mais vendido na história norte-americana.
Apesar do sucesso nos EUA, o AC/DC tem suas raízes na Austrália. Os guitarristas Angus e Malcolm Young, a essência musical da banda, nasceram em 1958 e 1953, respectivamente, na cidade de Glasgow (Escócia). Em 1963, a família Young imigrou para Sidney (Austrália), lugar que deixou uma marca musical nos irmãos — George Young, irmão mais velho de Angus e Malcolm, foi membro do Easybeats e responsável por um dos primeiros hits internacionais australianos, “Friday on my Mind” (1966). De 1974 até 2000, George e seu parceiro musical, Harry Vanda, produziram vários discos do AC/DC como “High Voltage,,” “T.N.T.,” “Dirty Deeds Done Dirt Cheap,” “Let There Be Rock,” “If You Want Blood You’ve Got It,” “Powerage,” “‘74 Jailbreak,” “Who Made Who,” “Blow Up Your Video,” e “Stiff Upper Lip”.
Influenciados e encorajados pelo sucesso do irmão mais velho, Angus e Malcolm Young formaram a própria banda de rock e apresentaram seu inimitável som de guitarras em dezembro de 1973 na jam de ano novo do Chequers Club, em Sidney.
Intitulando a nova banda de AC/DC — nome tirado do fundo da máquina de costura da irmã Margaret —, Angus e Malcolm saíram de Sidney e foram para Melbourne em busca de um vocalista que combinasse com o “estilo maníaco” de tocar guitarra da dupla. O recém-nascido AC/DC fez uma audição com Bon Scott, que estava trabalhando como motorista e roadie da banda em Sydney. A banda escolheu Scott, que também era escocês e havia se mudado para a Austrália muito jovem, como o vocalista. Assim, o AC/DC estava pronto para eletrizar o mundo.
George Young apresentou o AC/DC ao selo australiana Albert Records. A banda detonou no lançamento do seu primeiro álbum, “High Voltage” (1974), uma versão um pouco diferente do “High Voltage” lançado nos EUA, e “TNT” (1975). Ambos os discos ganharam discos de prata, ouro e platina na Austrália. Após os lançamentos dos discos, o AC/DC embarcou um regime implacável de turnê.
Depois de conquistar seu primeiro continente em 1976, o AC/DC partiu para a Grã-Bretanha. A banda se apresentou no prestigiado Marquee Club e quebrou os recordes de vendas do local. Os dias de pequenas casas ou locais alternativos estavam contados. O primeiro lançamento mundial da banda, “Let There Be Rock” (1977), catapultou o grupo para os shows em estádios e preparou o AC/DC para a América. “Let There Be Rock” foi o primeiro álbum a usar o inconfundível logo da banda, feito em letras góticas metálicas separadas por um raio inspirado em Zeus.
O AC/DC passou o verão de 1977 se apresentando em festivais americanos e em locais como Palladium (Nova Iorque), CBGB (Nova Iorque), Whiskey (Los Angeles) e Jacksonville Coliseum. Em 1978, o AC/DC já despontava como uma das grandes bandas de rock do mundo. O grupo se juntou ao produtor Mutt Lange em 1979 e criaram a obra-prima do hard rock, “Highway to Hell” — primeiro álbum do AC/DC a entrar no top 100 americano e ganhar o disco de ouro nos EUA. Em novembro de 79, a banda foi a Paris para filmar ao vivo o show “Let The Be Rock”.
No dia 19 de fevereiro de 1980, o vocalista Bom Scott morreu, aos 33 anos, em Londres (Inglaterra). Recuperando-se do choque de ter perdido um dos seus integrantes, os demais membros da banda decidiram que havia um único tributo apropriado para Bom Scott: seguir adiante e fazer música que o vocalista gostaria que a banda fizesse.
Os vocais foram assumidos por Brian Johnson, um inglês de Newcastle. De volta ao estúdio com Mutt Long, o AC/DC criou “Back in Black”, um dos álbuns mais vendidos entre todos os gêneros musicais de todos os tempos. A faixa-título “You Shook Me All Night Long” ficou em 1° lugar nas paradas do Reino Unido e 4º lugar nos EUA.
Ao longo da década de 80 e 90, o AC/DC continuou lançando álbuns de sucesso, acompanhados turnês esgotadas e grandes performances em shows e festivais — “Monsters of Rock”, Castle Donington, “Rock in Rio” e “Rock Around The Bloc 1991”, evento gratuito em Moscou (Rússia) que atraiu milhares de fãs.
O 14° disco do grupo, “Stiff Upper Lip”, foi lançado em fevereiro de 2000. No dia 15 de setembro de 2000, o AC/DC conquistou a Calçada da Fama. As marcas das mãos dos integrantes estão em frente ao Guitar Center, na Hollywood Boulevard.
O AC/DC foi indicado no Hall da Fama do Rock no dia 10 de março de 2003. A cerimônia teve participação de Steve Tyler (Aerosmith) que cantou “You Shook Me All Night Long” com o AC/DC. Na ocasião, Tyler descreveu os poderosos acordes e o rock’n’roll da banda como: “O trovão vindo de cima que gera a segunda onda mais poderosa que pode fluir por meio do seu corpo”.
Depois de oito anos sem lançar material inédito, a banda de hard rock lança “Black Ice” em outubro de 2008. A banda também anunciou a turnê mundial do álbum. “Black Ice World Tour” já vendeu quase 2 milhões de ingressos e teve seus shows esgotados em países como EUA, Noruega, Suécia, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, Itália, Hungria, Espanha, Inglaterra, Portugal e Austrália. No roteiro da turnê também está Porto Rico, Canadá, Nova Zelândia.
2008 — Black Ice
2000 — Stiff Upper Lip
1995 — Ballbreaker
1990 — The Razor’s Edge
1988 — Blow Up Your Video
1986 — Who Made Who
1985 — Fly On the Wall
1983 — Flick Of The Switch
1981 — For Those About To Rock We Salute You
1980 — Back In Black
1979 — Highway To Hell
1978 — Powerage
1977 — Let There Be Rock
1976 — Dirty Deeds Done Dirt Cheap
1976 — High Voltage
1975 — T.N.T.
AC/DC – BLACK ICE WORLD TOUR
Realização: TIME FOR FUN
Local: Estádio do Morumbi
Data: 27 de novembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
YAKUZA - A MÁFIA DOS SAMURAIS
Yakuza é o nome dado às gangues criminosas organizadas do Japão. A Yakuza não é uma organização única, mas um conjunto de gangues separadas ou clãs parecidos com a máfia americana. Esses criminosos violentos deixaram seus vestígios em muitos aspectos da vida japonesa, desde a jogatina e esquemas de prostituição até os bastidores do poder político e financeiro de alto escalão.
As várias gangues que compõem a Yakuza têm diferentes origens, e as versões dessas origens divulgadas pelas gangues podem ser bem diferentes do registro histórico. Em sua própria visão, a Yakuza descende de personagens honrados, que defendiam de bandidos itinerantes seus povoados - da mesma forma que Robin Hood. Algumas até declaram que a linhagem da Yakuza vai até os Ronin, guerreiros samurai que se encontravam sem mestres após um período de conturbação política no Japão do século XVII .
O nome "Yakuza" reflete essa situação de marginalização. Ele é proveniente de um jogo de cartas japonês chamado Oicho-Kabu. Esse jogo é similar ao bacará, em que o valor em pontos de uma mão é baseado no dígito final da pontuação de uma mão. Uma mão de oito, nove e três é igual a 20, que não vale ponto: a pior mão possível no jogo. As palavras japonesas para oito, nove e três (ya, ku e za) formam a palavra "Yakuza", significando sem valor ou sem sentido. Confira esta página sobre o oicho-kabu (site em inglês) para saber mais sobre o jogo.
A palavra "Yakuza" originalmente se referia a uma pessoa que era um membro de uma gangue, mas hoje em dia se refere ao crime organizado japonês como um todo. Boryokudan, outra palavra para Yakuza, é considerada um insulto. Ela se refere a gângsteres degenerados e violentos sem nenhum senso de tradição ou honra. Essa é a maneira com a qual a polícia japonesa se refere à Yakuza.
Os ancestrais mais diretos da Yakuza são grupos de empresários clandestinos do século XVIII que comercializavam ou vendiam mercadorias nas ruas das grandes cidades. Conhecidos como bakuto e tekiya, respectivamente, esses biscates e camelôs ainda emprestam os seus nomes a alguns clãs atuais da Yakuza [fonte: Kaplan]. Esses grupos se organizaram gradualmente em gangues conhecidas como famílias ou clãs, que tinham hierarquias e regras formais.
No final do século XIX, a Yakuza se tornou associada a ideologias e políticas nacionalistas e militaristas. As gangues cultivaram alianças com políticos, e os políticos as usaram para assassinar adversários, grupos empresariais fortes ou mesmo em combates com nações próximas como a China [fonte: Kaplan]. A desordem no Japão Pós-Segunda Guerra Mundial também pode ter conferido à Yakuza uma presença ainda mais forte na economia e política do Japão.
Uma família da Yakuza tem estrutura superficialmente similar a uma família da máfia. Um único patriarca (kumicho) domina o clã. Ele tem vários ajudantes de ordens, subchefes e líderes de gangue sob a sua influência em uma estrutura aproximadamente piramidal [fonte: Biblioteca do Crime - em inglês]. Os líderes, assistentes, conselheiros regionais e uma variedade de capangas complicam ainda mais a estrutura do clã Yakuza. Alguns clãs possuem uma estrutura diferente: eles agem como um amplo sistema de alianças que trazem muitas facções menores escondidas em um guarda-chuva.
A chave da hierarquia é o forte relacionamento oyabun-kobun, um conjunto de papéis de pai e filho que une todos os clãs da Yakuza. Como recompensa pela lealdade absoluta e obediência inquestionável de seu kobun, o oyabun dá conselhos e orientações juntamente com proteção e prestígio [fonte: Kaplan]. O foco na honra e tradição na sociedade japonesa consolida ainda mais esses relacionamentos. Do contrário, as punições por descumprir o oyabun variam desde humilhações (expulsão do clã) até a tortura (cortar parte de um dedo). Cada membro do clã pode desempenhar ambos os papéis - de oyabun e de kobun -, agindo como subordinado da Yakuza imediatamente superior a ele e como um chefe dos gângsters abaixo dele.
Uma família da Yakuza tem estrutura superficialmente similar a uma família da máfia. Um único patriarca (kumicho) domina o clã. Ele tem vários ajudantes de ordens, subchefes e líderes de gangue sob a sua influência em uma estrutura aproximadamente piramidal [fonte: Biblioteca do Crime - em inglês]. Os líderes, assistentes, conselheiros regionais e uma variedade de capangas complicam ainda mais a estrutura do clã Yakuza. Alguns clãs possuem uma estrutura diferente: eles agem como um amplo sistema de alianças que trazem muitas facções menores escondidas em um guarda-chuva [fonte: Kaplan].
A chave da hierarquia é o forte relacionamento oyabun-kobun, um conjunto de papéis de pai e filho que une todos os clãs da Yakuza. Como recompensa pela lealdade absoluta e obediência inquestionável de seu kobun, o oyabun dá conselhos e orientações juntamente com proteção e prestígio [fonte: Kaplan]. O foco na honra e tradição na sociedade japonesa consolida ainda mais esses relacionamentos. Do contrário, as punições por descumprir o oyabun variam desde humilhações (expulsão do clã) até a tortura (cortar parte de um dedo). Cada membro do clã pode desempenhar ambos os papéis - de oyabun e de kobun -, agindo como subordinado da Yakuza imediatamente superior a ele e como um chefe dos gângsters abaixo dele.
Apesar de muitos clãs da Yakuza possuírem ideologias nacionalistas, os coreanos possuem uma forte presença dentro da Yakuza. Os coreanos são às vezes vistos com preconceito pela sociedade japonesa, o que contribui para a situação de segregação da Yakuza. A lucratividade do contrabando de mercadorias entre o Japão e a Coréia também reforça essa influência coreana.
Mulheres são marginalizadas pela Yakuza. Mesmo as filhas e esposas dos membros do clã tendem a ser pouco mais que servas na melhor das hipóteses, sendo por vezes usadas como prostitutas da gangue. As mulheres raramente detêm posições de poder (com uma notável exceção, que discutiremos depois).
Os gângsters também operam negócios legais usando os lucros provenientes dos ilegais. Imóveis, construção e entretenimento são todos setores nos quais a Yakuza tem se envolvido [fontes: Japan Times e Asahi - em inglês]. As ligas e locais de luta livre profissional do Japão são particularmente conhecidas pelo envolvimento da Yakuza.
Muitos esquemas de extorsão e chantagem da Yakuza são cuidadosamente projetados para manter a tradição japonesa de polidez. A Yakuza pode pedir às empresas que participem de torneios de golfe, façam doações a instituições de caridade falsas ou comprem determinados itens, todos a preços ridiculamente inflacionados. Os líderes das empresas sabem que existe uma ameaça implícita em tais solicitações, portanto, eles freqüentemente participam, mesmo que a Yakuza nunca faça uma ameaça ou exigência direta.
Inicialmente preso como criminoso de guerra, Kodama fez várias conexões no submundo antes da sua libertação por forças de ocupação americanas. Usando a sua própria rede de espionagem, um pequeno exército de seguidores leais da Yakuza e várias negociações escusas com a CIA, Kodama consolidou o seu poder político. Fervoroso nacionalista de direita, Kodama usou seu dinheiro e influência para moldar a política e os negócios japoneses de maneiras que talvez nunca sejam reveladas. Ele acabou sendo acusado de vários crimes financeiros, mas morreu de uma doença antes de ser julgado [Fontes: Kaplan e Biblioteca do Crime - em inglês]. Ryoichi Sasakawa foi contemporâneo de Kodama e teve uma carreira similar.
No Japão moderno não existe mais tanta tolerância às evidentes demonstrações de poder que a Yakuza antigamente exibia. Em 1992, o governo japonês aprovou uma lei bem similar à lei RICO, dos EUA. Essa lei inclui várias penas para crimes cometidos pela gangue e faz com que os líderes da gangue sejam responsabilizados por crimes de seus membros. No entanto, a lei não reduziu significativamente a quantidade de membros nessas gangues: analistas estimam que a quantidade de membros da Yakuza em todo o Japão ultrapasse 80 mil e que o clã Yamaguchi-gumi, agora com seis gerações, possua 20 mil membros em várias gangues afiliadas [Fontes: Asahi e Japan Times - em inglês].
A lei também levou à reestruturação de alguns clãs, o que pode ter causado mais danos. A pressão da polícia fez com que algumas gangues se mudassem para novas áreas, provocando guerras sangrentas entre gangues. Os críticos também argumentam que a lei dificulta à polícia obter informações confiáveis dos informantes da Yakuza.
Quantias enormes de dinheiro continuam a entrar e sair dos cofres da Yakuza todo ano, com estimativas que ultrapassam mais de um trilhão e meio de ienes (mais de US$ 13 bilhões de dólares) apenas em 2004 [fonte: Japan Times - em inglês]. Esse volume de dinheiro sempre gera influência, portanto há poucas dúvidas de que a Yakuza ainda exerce uma poderosa influência sobre os negócios e a política no Japão.
Para aprender mais sobre o crime organizado, a Yakuza e informações relacionadas, confira os links na próxima página.
Barata - A Campeã de Velocidade no Reino Animal
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
20 anos sem Raul: uma história que permanece viva
Foi assim que o romântico careta, participante do fã-clube do Elvis, casado três vezes e seguidor de seus próprios princípios conquistou o espaço que, sem humildade, já sonhava. O magrelo barbudo já apanhou por ser impostor dele mesmo, mas antes uma "metamorfose ambulante, do que ter a velha opinião formada sobre tudo". Foi assim que ele fez diferença. Com diversas parcerias, desde o amigo Jerry Adriani ao conterrâneo Marcelo Nova, já foi tachado de brega, criticado por uns, adorado por outros. Com o último, ele produziu seu também último trabalho, "A Panela do Diabo", lançado após sua morte.
"Eu sei que determinada rua que eu já passei não tornará a ouvir o som dos meus passos" (Canto para Minha Morte). Mas não é bem assim. Os passos de Raul, nunca seguidos com o mesmo foco, permanecem na memória brasileira, que só valoriza seus ídolos depois que eles se vão. O bom moço que passou em diversas faculdades e teve a cara de chegar para a própria mãe e dizer o quanto "é fácil ser medíocre" se foi, há 20 anos.
"A morte, surda, caminha ao meu lado. E eu não sei em que esquina ela vai me beijar" (Canto para Minha Morte). Mas não importa. A gente sabe que "todo homem e toda mulher é uma estrela". Obrigado Raul!
*Quem escreveu: Luiz Fernando Tavares, 19 anos, e Carol Tavares, 23, são irmãos e fãs de um trabalho que morreu antes que eles aprendessem a falar a palavra "aranha", mas permanece vivo na memória.
OS 10 ESPORTES MAIS BIZARROS DO MUNDO !!!
BOXADREZ
É uma mistura de boxe e xadrez. Sim, afinal, são esportes “muito” parecidos… Os lutadores se enfrentam por 4 minutos no tabuleiro, depois, os exadristas se enfrentam 2 minutos no ringue. Ganha quem nocautear ou der um xeque-mate no adversário.
HÓQUEI SUBAQUÁTICO
Quer mesmo saber das diferenças para o hóquei “no seco”? Então aí vai: a “quadra” é o fundo de uma piscina de 25 metros, os jogadores usam tacos de 30 cm para levar um disco de 1,3 quilo ao gol do outro time. É jogado com máscara, pés-de-pato e snorkel. O cretino que criou o esporte foi mergulhador inglês em 1954 para aumentar seu fôlego. O cretino quase perdeu o fôlego de imaginar isso !
PASSADA DE FERRO EXTREMA
Além de extremamente chato, o que mais pode haver de extremo no ato de passar roupa? Com certeza este “esporte” foi criado por uma mulher que queria ter mais liberdade entre o fogão e a tábua de passar roupas. A idéia é levar a tábua de passar e umas roupas para o lugar mais maluco possível – o topo de uma montanha, o fundo do mar (?), uma caverna – e passar o ferro. O esporte nasceu na Inglaterra em 1997.Viu ? Se a sua mulher leva o ferro de passar roupas para o Motel, (1) ela é praticante deste esporte e (2) saiba que não é o lugar mais estranho que alguém já passou as roupas!
CORRIDA DE POMBOS
Os pombos-correio têm uma capacidade espetacular de voar de volta pra casa. Sabendo disso, os criadores organizam maratonas com milhares de aves cruzando os céus em provas de até mil quilômetros de extensão.Super-resistentes, os pombos-correio chegam a voar 10 horas por dia em velocidades superiores a 100 km/h. Claro que durante o percurso eles devem usar a “mira telescópica” para acertar umas cabecinhas no meio do caminho, senão, o esporte não teria a mínima graça.
CURLING
Parece uma limpeza de chão, mas o curling está mais para a bocha: uma pessoa lança uma pedra de granito em direção a um alvo no chão gelado, dois caras com vassouras ajustam a trajetória da pedra e um quarto elemento guia a ação dos “vassourinhas”. Emoção pura!Acredite se quiser, o curling é esporte olímpico. A modalidade inventada por escoceses no século 16 (o cretino ainda está cético de que foram escocesas, por causa da adoção das vassouras, mas…) ganhou esse status na Olimpíada de Inverno de 1998
CORFEBOL
Junção de handebol e basquete, é um dos poucos esportes coletivos mistos do mundo. Cada equipe tem quatro homens e quatro mulheres, divididos em casais que passam a bola até marcar a cesta. Homem só marca homem, mulher só marca mulher e não vale contato físico.O jogo surgiu em 1902, na Holanda. Já foi esporte de demonstração nas Olimpíadas de 1920 e 1928.Seria mais um esporte inventado por donas de casas desesperadas que não toleram seus maridos sairem sozinhos para uma “pelada” no final de semana ?
JAI-ALAI
Essa modalidade de pelota basca é disputada por duas pessoas em quadras com paredão, tipo squash. Com uma cesta em forma de trilho nas mãos, cada jogador arremessa a bola contra a parede. O outro deve pegá-la antes do segundo quique no chão.O jai-alai é conhecido como o esporte mais rápido do mundo. A bolinha de 125 gramas já viajou a 302 km/h em um jogo de 1979, segundo o Guinness, o “livro dos recordes”
MONOCICLISMO DE MONTANHA
É meio mountain bike – “meio” literalmente, porque a bike em questão tem uma roda só. Com os monociclos, os fãs detonam trilhas na grama, na terra, no gelo. Eles juram que é seguro: como a velocidade é proporcional � s pedaladas, o bólido não embala na descida.Outra modalidade maluca com uma roda só é o hóquei em monociclo. O esporte surgiu nos anos 60 nos Estados Unidos, tem federação internacional e campeonato mundial.Se não foram inventados por desempregados circenses falidos, o cretino não sabe quem mais poderia ter uma idéia destas.
SEPAKTAKRAW
É uma mistura de futevôlei (que já é uma mistura) com artes marciais: o objetivo de cada trio é chutar a bola de 170 gramas por cima de uma rede de 1,55 metro de altura e fazê-la tocar o lado adversário da quadra. Para dar potência aos chutes, os jogadores abusam das voadoras e malabarismos. O esporte surgiu na Malásia há cinco séculos. Faz sucesso no Sudeste Asiático.Ufa ! Quando li que era uma mistura de futvôlei com artes marciais, já achei que seria uma partida mista de futvolei com boxe !
PÓLO COM ELEFANTES
Variação do pólo com cavalos, a versão com elefantes nasceu na virada do século 20, criada por aristocratas ingleses na Índia. Entre os dois pólos, só a bola é igual. Nos primórdios do esporte, tentaram a bola de futebol. Mas os elefantes brincavam de esmagar a pelota.Cada elefante leva dois caras: um é o treinador que comanda o bichão; o outro é o jogador de fato, que usa um taco de bambu para impulsionar a bola em busca do gol
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Inscrições para São Silvestre começam segunda-feira
As inscrições serão feitas exclusivamente pela Internet, através do site www.saosilvestre.com.br. Quem garantir sua vaga até 30 de agosto pagará uma taxa no valor de R$ 75,00 (setenta e cinco reais). Entre 1º e 30 de setembro, o valor sobe para R$ 80,00 (oitenta reais). De 1º de outubro até o dia 30 de novembro, a taxa será de R$ 90,00 (noventa reais).
Atendendo ao Estatuto do Idoso, a São Silvestre disponibilizará aos atletas acima de 60 (sessenta) anos, o desconto de 50% de desconto no valor da inscrição. O competidor somente poderá usufruir deste benefício se fizer a inscrição exclusivamente pelo site do evento, bem como fizer a retirada do “kit” pessoalmente, com documento que comprove sua idade.
A organização da prova ressalta ainda que poderá a qualquer tempo suspender ou prorrogar prazos ou ainda adicionar ou limitar o número de inscrições do evento em função de necessidades/disponibilidades técnicas/estruturais sem prévio aviso.
O percurso de 15 km da Corrida será o mesmo do ano anterior, passando por lugares históricos da cidade de São Paulo, como a Avenida Paulista, a Rua da Consolação, Praça Princesa Isabel, as Avenidas Ipiranga e São João, Largo São Francisco, Teatro Municipal e Viaduto do Chá, além da temida subida da Avenida Brigadeiro Luis Antônio.
Em 2008, o queniano James Kipsang e a etíope Yimer Wude ficaram com o título. Pelo Brasil, Fabiana Cristine da Silva fez bonito na disputa feminina, enquanto Raimundo Nonato foi o melhor brasileiro ao chegar em sétimo lugar.
Para saber mais, acesse o site oficial da Prova:
www.saosilvestre.com.br
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
GOSPEL - MAIS UMA DO RAULZITO !!!
Vinte anos depois da morte de Raul Seixas, o Fantástico descobre uma relíquia inédita. Uma música que ficou escondida por causa da censura da ditadura militar. E, graças à alta tecnologia, é o próprio Raul que apresenta esse novo som. No princípio, era uma voz. Meio desafinada, misturada a um violão numa gravação tosca. O ano: 1974. A canção de Raul Seixas e Paulo Coelho foi feita para a trilha sonora da novela "O Rebu". Mas a censura da ditadura militar viu a letra e proibiu. Mesmo assim, a música entrou na novela. Com os versos totalmente diferentes. A canção, chamada "Gospel", cairia no esquecimento, se não fosse uma figura lendária da MPB: o produtor Marco Mazzola, que fez as gravações originais com Raul. "Tem a minha própria voz, eu faço o vocal com ele. A gente era muito doido no estúdio", lembra o produtor musical. Mazzola tem uma teoria própria sobre as doideiras de Raul: "Porque é muito engraçado, né? Porque o Raul era um careta, né? Raul era um cara extremamente careta, formado em psicologia, um cara que falava inglês fluentemente. E conheceu o Paulo Coelho, que na época era um cara que via disco voador, um cara doido... E então o que aconteceu? É que o Raul ficou cada vez mais maluco e o Paulo Coelho, hoje em dia, é um cara careta". A cada aniversário da morte, a cada data redonda ligada a Raul, Mazzola se lembrava de "Gospel". Mas, com a tecnologia disponível, não havia muito a fazer. Até que... "Os processos técnicos começaram a evoluir e eu comecei a trabalhar em cima disso, porque era um sonho do Raul que a música fosse daquele jeito um dia pra rua", diz Mazzola. Os 20 anos da morte de Raul se aproximavam, Mazzola começou a preparar um kit comemorativo, e o projeto "Gospel" foi tomando forma. “Transformei a voz e o violão dele em 20 canais pra poder pegar pedaços, tirar pedaços", diz Mazzola. Mas o tratamento técnico da gravação é só o início de um longo trabalho, porque a voz do Raul Seixas vem dos anos 70. Mas como dar nova vida a esta canção? Uma canção chamada Gospel é claro que tem que ter um coro. Olha só como é que fica. Faltava um arranjo bacana. E Mazzola chamou Roberto Frejat, do Barão Vermelho. "E eu sou fanzaço do Raul. Sempre gostei muito, desde garoto", diz Frejat. Frejat convocou um monte de amigos, e o resultado... "Ficou com uma sonoridade moderna no sentido de que ela está registrada com uma qualidade de gravação de hoje, mas com uma sonoridade que faz jus à estética do Raul", comenta Frejat. Uma estética irreverente... “Naquele momento ninguém falava as coisas, só Raul que falava”, afirma o cineasta Walter Carvalho. Walter Carvalho mergulhou na vida de Raul para filmar o documentário "O início, o fim e o meio", ainda em produção. A busca por histórias levou o cineasta aos Estados Unidos, país que Raul adorava e onde hoje vivem três de suas ex-mulheres. Filha e neto não falam português. Há quem ache o netinho de Raul, hoje com 13 anos, parecido com o avô. “Uma das dificuldades de fazer este documentário do Raul é encontrar material do Raul. Quem tiver material em casa, puder procurar a produção. Pode ser foto ou filme. Você tem alguma pista pro documentário? Entre em contato com a produção do documentário de Walter Carvalho, “O início, o fim e o meio”.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
CRIATURAS ABISSAIS ! ELAS PERTENCEM AO SEU MUNDO
Dos animais da parte profunda, conhecemos apenas uma pequena parte. A grande maioria só foi vista pela primeira vez nas últimas duas décadas.
Estes animais vivem em fossas abissais, lugares onde a luz não chega. É um mundo diferente, com a pressão capaz de explodir até uma baleia. A tecnologia está permitindo que sondas possam atingir profundidades até então impossíveis, e com isso, um novo olhar sobre o desconhecido e escuro fosso abissal marinho nos permite ver algumas das mais estranhas criaturas. São seres que poderiam estar em qualquer filme de monstros, Ets e talvez, quem sabe, até no seu mais aterrorizante pesadelo.
CONFIRA ALGUNS...
Quimeras ou tubarão fantasma.
Este estranho animal é um peixe cartilaginoso que está entre o tubarão e a arraia. Ele tem este estranho nariz protuberante com o qual vasculha o fundo gosmento do oceano em busca de sua preza. O nariz é cheio de terminações que detectam os mais frágeis impulsos elétricos. É como se o animal tivesse um detector de metais no nariz. Ele também tem este espinho venenoso na nadadeira dorsal.

Peixe víbora


Um nome apropriado para esta coisinha que ficaria bem num aquário do capeta. Os dentões e o maxilar inferior prognato são para conseguir morder a presa na escuridão.
Peixe pelicano
Basicamente é um estômago com olhos e cauda. O bicho é considerado o animal com a maior abertura de boca no planeta.

Lula Dana
Esta lula enorme habita as fossas abissais e usa um truque curioso para desorientar suas presas. Ela bate um flash como o de uma máquina fotográfica. Na escuridão completa, um flash funciona como aquelas bombas usadas pelo FBI para invadir cativeiros. As presas ficam boladas tentando entender o que aconteceu. Aí a lula vai lá e... Nhac!

Lula Gigante
A lula gigante é um animal cujo nome já é uma bela descrição. Até recentemente os oceanógrafos questionavam-se se a lula gigante seria uma presa ou um predador das baleias cachalote. Recentemente descobriu-se que as lulas gigantes são presas até uma idade. A partir de determinado tamanho elas são predadoras. Isso significa que elas comem baleias. Esta aí da foto é um filhote.

Peixe sol (ou lua)
Este é considerado um dos maiores peixes do oceano. Seu peso pode passar de uma tonelada. Sua forma é uma das mais bizarras. Ele é pacífico e muito curioso.

Stargazer
Peixe com nome de seriado de Tv! E deve ser de terror a julgar pelas características desse bicho. Ele tem olhos na cabeça. Atrás das guelras e na nadadeira dorsal tem espinhos venenosos,não obstante, ele ainda dá choque. Olha só o visual do infeliz.


Peixe Grenadier
Tem uma cabeça enorme, mas logo após a cabeça, o corpo é pequeno e termina numa comprida cauda serpentiforme. Um peixe estranho. E também, por que não dizer, feiobragaraio!



Oarfish
Você acha que já viu os mais bizarros do oceano? Então olha bem pra isso aqui. Nem parece um peixe. O Oarfish é um treco compridão em forma de lâmina. Ele pode alcançar tamanhos inacreditáveis. O bizarro dele é que ele nada verticalmente.


Tubarão mega-boca

Descoberto em 1976 só poucos foram vistos. Registros em filme então, menos ainda, só 3. É um tubarão mesmo, porém muito, muito raro.
Peixe ogre


Um belo dum bicho feio. Se precisar de monstro, está aí a melhor escolha. O peixe ogre tem esta aparência feroz.Uma cabeça de ossatura grosseira e belos olhos de psicopata.
Lula fada

Ela muda de cor e projeta inúmeras cores para atrair e hipnotizar seu jantar.
Peixe mão

Ele anda. Isso mesmo, anda pelo fundo do mar. Parece um lagarto andando pelo fundo.
Peixe-caixão

Ele é bem comum em águas profundas de todo o mundo. Quando sente-se ameaçado, engole água e vira uma bola. Um recurso comum nos baiacus.
Peixe dragão

Ele usa este barbilhão muscular que fica remexendo como se fosse um verme. O barbilhão emite quimioluminiscência, e os peixinhos otários vem comer a minhoquinha que tá ali, acesa no meio da escuridão, dando o maior mole... E então quando vêem, já estão nadando no aquário do São Pedro.
Polvo dos anéis azuis

Bonito e pequeno, do tamanho de uma bola de golfe, esconde um dos mais mortais e poderosos venenos conhecidos. Detalhe: Não há antídoto.
Peixe bolha

Eu falei dele no post dos animais mais bizarros do planeta. Ele é uma espécie de gelatina em forma de peixe. Sua densidade corporal equivale a da água. Assim ele fica só flanando pelo mar ao sabor das correntes abissais. Para justificar seu - literal - mole, ele tem este bocão imenso, já que não tem como correr atrás das presas.
O pepino do mar

Um animal bizarro. Não é peixe. Mas é bizarro e ganhou a entrada grátis nesse post por isso. Junto com os outros moluscos, como as lulas e o polvo.
Polvo dumbo

Também já falei deste no post das criaturas bizarras. Ele ganhou este nome graças as orelhinhas que tem na cabeça.
Anglerfish


Tubarão Goblin

Mais um raro ( e tenebroso) tubarão das profundezas.
Prikly Shark

Tubarão de barbatana dupla
Polvo de brilho

Lula vampiro
Nossa. Esse bicho é de matar de medo. Imagina você mergulhando naquela escuridão. Vira a lanterna para trás e a última coisa que vê é isso aí se aproximando de você...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
SABIÁ SALTA SEM PARAQUEDAS NO RIO!!!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Freefly - Adrenalina na queda livre


O Freefly foi inventado em 1991, pelo pára-quedista alemão Olav Zipser, que experimentou novas posições em queda livre, quando todos saltavam de barriga para baixo. Ele impressionou o mundo do pára-quedismo, saltando em Vero Beach, na Flórida, de cabeça para baixo. A partir daí foram surgindo novas posições e manobras e nascia o Freefly. A primeira competição da modalidade, no formato que é disputada hoje, aconteceu em 1995, em Dallas, no Texas (EUA), organizado pela SSI. O Freefly é um esporte praticado em queda livre, na qual os praticantes vestidos com roupas coloridas, fazem manobras montando figuras e executando coreografias tridimensionais no ar antes de abrir os pára-quedas para um pouso suave.Livres no ar os freeflyers, como são chamados seus praticantes, ficam sentados ou de cabeça para baixo na maior parte do tempo fazendo com que a velocidade média de queda seja em torno de 300 km/h. É o esporte humano mais rápido do mundo. Nas competições as equipes são compostas por três freeflyers, sendo que dois ficam encarregados de executar as manobras diante do cameraflyer que participa do salto e registra tudo na câmera digital montada em seu capacete. Após o pouso, as imagens são enviadas aos juizes que dão as notas baseadas nas dificuldades das manobras executadas e a impressão que elas causaram. Tudo conta para que os juizes possam avaliar um bom salto. As notas são divididas por dois grupos: o técnico e o artístico. No primeiro são observadas as dificuldades e a precisão das manobras. No julgamento artístico os juizes levam em conta a impressão visual, o ângulo de enquadramento e a qualidade geral das imagens geradas. “Para praticar o Freefly é importante que a pessoa saiba e goste de queda livre, depois passar por uma instrução básica de pára-quedismo. Quando ele tiver o domínio da queda livre, após 20 saltos, aproximadamente, então poderá começar a instrução do Freefly, com profissionais capacitados. Geralmente os praticantes da modalidade são aqueles que gostam de inventar e aprender novas manobras”, explicou Carnaúba.
PEIXE LUA - O MAIOR PEIXE DO MUNDO !!!


A imagem de um peixe lua junto a um mergulhador dá-nos uma idéia de suas descomunais proporções. O peixe tem um comportamento absolutamente pacífico e mal reage ao que lhe rodeia, talvez porque seu cérebro é tão pequeno como uma noz e não supera 4 gramas.
Tão escassa massa cinzenta explica sua falta de reação aos ataques ou que morra das formas mais insuspeitas. Devido a esta falta de cérebro, os enormes peixes lua são como grandes asteróides flutuando no oceano, pedaços de matéria inerte à deriva.
Sua pele é um mapa coberto de crateras, como o de alguns corpos celestes. Curiosamente, os ingleses referem-se a este animal como "peixe sol" (sunfish) por seus deslumbrantes aparecimentos na superfície. No entanto, mais que fulgurantes astros, os peixes lua são como rochas sem destino. O mergulhador que nada junto a eles é como um cosmonauta flutuando no espaço.
Segundo o National Geographic, desde que nasce, o peixe lua pode chegar a aumentar até em 60 milhões de vezes seu peso, o que num ser humano equivaleria a atingir o peso de seis Titanics. Quando vemos um fora da água, sobrevêm a mesma sensação que temos em frente a um barco naufragado. De vez em quando, algum pescador de alguma remota aldeia traz um destes exemplares à superfície, e pensa que pescou uma besta bíblica, um desses peixes que o deixará imensamente rico.
A carne dos peixes lua contém neurotoxinas similares às de outros peixes venenosos de sua ordem (tetraodontiformes). No entanto, há um fato indiscutivél: se tem nadadeiras e aspecto de peixe, não faltará uma Japa que o coma.
Este é seu cérebro sob efeito da aventura!
VER UM FALCÃO MERGULHAR de um penhasco de 750 metros de altura é lindo. Presenciar um homem correr até a beirada de um precipício e jogar seu corpo sem asas no vazio é de dar frio na barriga. Primatas não foram projetados para fazer uma coisa dessas, mas nem tente dizer isso a Ted Davenport, 28 anos. Quando esse nativo de Aspen, estado do Colorado (EUA), começou a fazer base jump há alguns anos, ele descobriu qual era seu destino nesta vida. "Sempre quis voar. Adoro tudo que tem a ver com o ar", explica Davenport, que também é campeão de esqui.Nesta manhã de inverno no oeste de Colorado, meus cabelos são jogados no meu rosto por um vento de 40 quilômetros por hora. Estamos no topo de uma elevação de terra que Ted chama de Hotel W, por causa da forma da sombra que suas valas formam na superfície do penhasco. Davenport e seis amigos estão na beira do precipício, com as mãos nos bolsos, sem conseguir ficar parados. Os caras estão apreensivos - alguns mais que outros.
Esses sete amigos, a maioria dos quais vive perto de Denver, capital do Colorado, fazem muita coisa doida juntos, como ir até o deserto de Moab, no estado de Utah, para pular em cânions, fazer enormes fogueiras e praticar tiro ao prato, ou saltar do topo de hotéis em Denver e tentar escapar da polícia. Mas não foi para observar seus saltos e sim seus cérebros que vim para cá. O que faz uma pessoa querer pular de um penhasco e outra querer ficar em casa assistindo tevê?
"Fazer coisas estúpidas e perigosas faz parte de nossa genética do mesmo jeito que cabelos ruivos e gosto por amendoins"
Mesmo entre praticantes de esportes de aventura, pergunto por que alguns hesitam na hora H e outros não? Nos últimos cinco anos - e em especial no ano passado -, os cientistas têm usado imagiologia médica de alta tecnologia, neuroquímica avançada e até mesmo videogames para encontrar a resposta para esta questão. Desse modo, estão abrindo uma janela para um dos traços mais misteriosos da humanidade: o modo como ouvimos o chamado para a aventura.
No topo do penhasco, Collin Scott, 34, tenta acender um medidor de vento - na verdade um papel enrolado que ele vai jogar no abismo. Mas Ted não quer esperar a medição. "Está ventando pra caralho", avalia. E, virando-se para Matt Hecker, 24, diz: "Coloca seu equipamento, seu maricas". Ted não diria a mesma coisa para os outros, mas sabe que Matt tem a mesma experiência que ele e curte a mesma visão de mundo: a do chão se aproximando a uma velocidade terminal.
Ted coloca um capacete e um paraquedas, enfia um rádio walkie-talkie em um bolso da calça e uma garrafa de água no outro. Após sorrir para a foto, ele me pede para mandála para sua família, caso seja esta a última imagem antes de sua morte, e dá uma bela gargalhada. Depois, ele fica sério, faz uma pausa de um segundo, caminha ligeiro até a beirada e se lança no ar de barriga.
Alguns segundos depois, seu paraquedas se abre e ele pousa suavemente no lado rochoso de uma ravina. A galera no topo se debruça sobre o rádio. A voz de Ted surge em meio aos chiados, como se estivesse a quilômetros de distância. Ele vai direto ao assunto. "Não vou mentir para vocês", diz. "A turbulência está jogando para tudo quanto é lado. Mantenham distância do paredão. Aqui embaixo não tem vento nenhum. Animal!"
Collin balança a cabeça. "Tomei uma decisão", diz. "Não vou saltar." Ele é vendedor de software, e o único com uma aliança no dedo. Peter Konrad, um piloto de 34 anos que até pouco tempo trabalhava para uma empresa de telecomunicações de Denver, concorda. Peter sofreu um acidente de carro há apenas três semanas e os pontos em sua testa ainda estão vermelhos. O empreendedor imobiliário de Denver chamado Kevin Cochran também não pretende fazer o salto. Então tem gente nessa turma com algum juízo, afinal de contas.
Mas os outros não desistem. O próximo a saltar é Jacob Fuerst, um ex-fuzileiro naval de 25 anos que, após sete meses no Iraque, encontrou um pouco de paz saltando de lugares altos e tirando fotos, às vezes os dois ao mesmo tempo. Depois Matt, sem perder mais tempo, joga-se no vazio. Três anos atrás ele ficou 16 dias em coma depois que seu paraglider se enroscou em Boulder, também no Colorado, mas isso não parece ter diminuído seu ritmo. Jeremy Puhal, 30, quer saltar, mas está esperando uma calmaria no vento que não chega nunca. Finalmente, ele balança seus braços gelados, corre até o precipício e sai voando.
Quem pula de lugares fixos para o vazio já deve estar acostumado a fazer esse tipo de coisa maluca. Ted calcula que já foi parar no prontosocorro umas 30 vezes, de uma queda na aula de ginástica aos cinco anos de idade até sérias fraturas sofridas esquiando. Quando era criança, Collin costumava pular com um guarda-chuva da casa na árvore que havia em seu quintal. No verão passado, Peter e dois amigos penduraram um sofácama em um balão. "A gente testou antes para ter certeza que não ia se enrolar", explicou, como se isso resolvesse o problema. Eles se deitaram em travesseiros a 1.650 metros de altura e depois pularam da cama.
Claro que preferir ficar na caverna desenhando nas paredes em vez de sair para encarar um mastodonte a unha também tinha suas vantagens adaptativas, por isso muitas pessoas têm o gene do medo também. Não é surpresa que essas diferenças sejam divididas segundo o sexo, mas claro que há muitas exceções, como a escaladora Steph Davis, que vive pulando de lugares altos com uma roupa de "esquilo-voador" e no verão passado quebrou a pélvis saltando (com Ted) daqui mesmo do Hotel W.
Os neurocientistas estão descobrindo que existe um pouco de Larry "Lawn Chair" em todos nós. Quando descemos uma corredeira ou andamos de mountain bike entre as rochas, todos os nossos sentidos se iluminam. O barulho dentro de nossas cabeças se silencia. Ao perguntar ao nadador de águas abertas e longa distância Christopher Swain, que costuma encarar tempestades de raios e lampreias, o que acontece quando ele está "na zona", sua resposta é mais sobre espiritualidade do que adrenalina, mas ainda está baseada na cascata de opioides naturais liberados pelo cérebro. "É difícil saber onde a água acaba e meu corpo começa", descreve. "Me sinto muito calmo, é um estado mental zen. Eu me entrego." Ou, como diz o caiaquista Trip Jennings, que costuma ser o primeiro a descer rios por todo o mundo: "Me sinto focado, mas também com uma sensação de intuição e liberdade. Adoro aquela primeira remada, quando você está completamente comprometido com o que está fazendo".
Todo mundo tem seu próprio lugar no espectro de "busca de sensações estimulantes", termo cunhado pelo psicólogo Marvin Zuckerman, da Universidade de Delaware, EUA. Na década de 1960, ele notou que os voluntários para experiências de laboratório sobre privação de sensações costumavam chegar carregando capacetes de motocicleta e começou a se perguntar se havia um tipo de personalidade que corria atrás de emoções e perigos. Para testar essa teoria, criou os primeiros questionários que analisavam essa possibilidade.
O que Zuckerman e outros pesquisadores descobriram era que cerca de 10% das pessoas se encaixa no extremo da curva de atração pelo risco, curva essa em que Ted Davenport se pendura na pontinha. Os caçadores de emoção tendem a ter a mente
aberta e serem inteligentes e curiosos, inventando novos esportes, candidatandose a cargos eletivos, trabalhando em Wall Street e realizando cirurgias de alto risco. E também têm uma maior tendência a acabarem com o crânio partido ou viciados em crack.O lance é o seguinte: assim como era vantajoso do ponto de vista evolutivo que alguns indivíduos da espécie assumissem riscos extremos, também era vantajoso que esses indivíduos adorassem fazer isso. E essas características agora podem ser vistas no laboratório. Usando uma nova geração de questionários e fuçando o cérebro com imagiologia radiativa e ressonância magnética funcional (RMF), os neurocientistas podem observar os centros de avaliação de risco do cérebro em ação.
Por isso decidimos examinar meia dúzia de caçadores de emoções, colocando-os em contato com um pesquisador que usou questionários de personalidade para ver onde eles se encaixavam na escala do risco. O que se passa em suas cabeças, afinal de contas? No caso de Ted, achamos melhor dar uma boa olhada e descobrir.
AS ROUPAS QUE TED USA na cidade são uma mistura de estilo hip-hop com lenhador. Quando me encontro com ele no aeroporto de Los Angeles, na Califórnia (EUA), algumas semanas depois do salto, está vestindo calças jeans folgadas, camisa xadrez e um boné preto com os fios brancos de um iPhone dependurados. Tinha acabado de ficar sabendo que um amigo de Aspen, o ex-patrulheiro de esqui Cory Brettman, tinha morrido em uma avalanche e estava enviando mensagens para sua namorada, Amber Matthews, de 17 anos, e seu irmão mais velho, o bicampeão mundial de esqui extremo, Chris Davenport, para ter certeza de que todos estão segurando o baque da notícia. Ted também ficou arrasado ao saber que a neve está caindo - mas caindo mesmo! - no Colorado. Ele preferia estar lá, esquiando em algum filme do Warren Miller e treinando para o Freeride World Tour (ele ganhou o circuito europeu em 2005), do que na estrada, a caminho do centro de mapeamento cerebral da Universidade de Los Angeles (UCLA). Mas ele foi gentil e estava muito alegre e animado por doar seus lóbulos à ciência.
Decidimos que antes ele merece um belo almoço. Cercado de gente de terno, Ted lê com desejo a carta de vinhos, mas os pesquisadores da universidade disseram que ele não podia beber. Em vez disso, engole um cheeseburger e me conta a história de quando deu de cara no muro - literalmente - em Magland, na França. Foi em fevereiro de 2006, logo antes de um evento de esqui estilo livre na Europa. Ele estava fazendo base jump de um penhasco de 400 metros perto de Chamonix, e - como ainda era um novato - abriu seu paraquedas cedo demais e ele se enrolou. Em vez de se afastar do paredão, bateu com tudo nele a 40 quilômetros por hora a cerca de 215 metros de altura. Ted atribui o acidente a "erro do piloto". "Parecia que eu estava numa gangorra", conta. "Bati com meus pés e parti o esquerdo ao meio, todos os ossos do metatarso quebraram onde fica o arco". Por sorte, um vento frontal manteve o paraquedas aberto tempo suficiente para ele se afastar do penhasco. Quando pousou na grama, estava morrendo de rir. "Fiquei bombado de adrenalina", explica. "E feliz por estar vivo". Mesmo depois que o "barato" passou, ele não pareceu ter sido muito afetado. "Nem por um segundo pensei em não saltar de novo. Na verdade, não via a hora de saltar novamente". Seus olhos se arregalam enquanto cai de boca em seu sorbet de pera. Como eu disse, o Ted é meio diferente.
Meia hora depois, chegamos ao Centro de Mapeamento Cerebral Ahmanson-Lovelace, da UCLA, um dos melhores laboratórios de neuroimagiologia dos Estados Unidos, onde nos encontramos com o neurocientista Russell Poldrack. Com 40 e poucos anos, usando uma jaqueta de couro e óculos de plástico preto estilo nerd-chic, Poldrack parece que fica mais confortável sentado na frente de um computador do que, por exemplo, numa pista de motocross. Sua ideia de risco é dispensar a garantia ao comprar um liquidificador.